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quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Sobre por que eu defendo a idéia da Coleção Obra Prima de Cada Autor, da Martin Claret

Cá estou tentando escolher entre mil livros, aqueles que mais me chamam a atenção e, juntos, vão me permitir a isenção do frete.

A Siciliano está com uma promoção de livros de até R$ 9,90. Alguns passam um poquinho só desse valor, não chegam a mais que R$ 11,00. Vários destes livros são da coleção Obra Prima de Cada Autor, da Martin Claret.

Estes livros já são baratos normalmente, ainda mais com promoções como esta da Siciliano. Ou seja, você nem precisa esperar uma promoção para comprá-los. Mas muito se fala sobre a qualidade destes livros. Eu não conheço todas as razões das críticas, mas venho aqui humildemente defender essa iniciativa da Martin Claret.

Essa coleção é perfeita para as pessoas que gostam de boa leitura e querem conhecer autores clássicos. É um perfeito pontá pé inicial para que a pessoa se interesse pela obra de algum dos autores publicados.

Eu mesma cheguei a desejar a coleção inteira para mim. Mas repensei e ponderei sobre as críticas que li a respeito desta coleção e, agora, não faço questão da coleção inteira. Isso quer dizer que nunca mais vou comprar? Não. Quer dizer que vou aproveitar esse tipo de edição para conhecer obra de autores pelos quais eu tenho curiosidade.

Se, e somente SE eu gostar, com certeza vou deixar para adquirir outras obras em edições de maior... digamos... respaldo, e isso ainda dependerá do preço.

Para uma pessoa aficcionada por um determinado autor, por exemplo, é complicado procurar as melhores edições de suas obras quando este autor tem mais de cem livros/contos publicados. Imagina cada livro saindo por uma média de R$ 25,00? Quanto é que se gastaria? No meu caso, isso acontece com a Agatha Christie. Felizmente, a Nova Fronteira tem publicações mais baratas das obras da Agatha, o que me deixa empolgada na hora de aproveitar promos e descontos. Eu fico feliz, mesmo com os erros de digitação ao longo do texto. Isso não vai me matar porque, no final de tudo, o que conta é a história, o enredo, a trama, a forma como o autor desenvolve as situações.

Um bom tradutor ajuda, claro. Quem sou eu pra falar que o trabalho de um tradutor não deve ser valorizado. Mas é ridículo ouvir das pessoas que o Brasil é um país de pessoas incultas, quando nos deparamos com preços de livros absurdos no mercado. Quando uma iniciativa dessas como a da Martin Claret é tomada, eu só posso aplaudir e deixar as críticas de lado. Para mim, que apenas estou começando os estudos em literatura, essas edições me servem muito bem.

Talvez, daqui a uns dois ou três anos eu volte aqui e retire tudo que eu disse. Nada de errado em mudar de idéia sobre isso, caso eu perceba, por mim mesma ou pela troca de idéias com outras pessoas, que o que disse estava errado. Venho aqui numa boa e retiro.

Mas, por enquanto, só posso dizer que essa coleção da Martin Claret me serve bem.

XD

1 comentários:

Daniel disse...

Eu já critiquei a Martin Claret por alguns motivos, Lu. Mas tenho que admitir que a facilidade e acesso que ela permitiu aos clássicos não tem preço.

Mas atualmente tem outras editoras de livros de bolso que eu to curtindo mais, tipo o selo Ponto de Leitura, da editora Objetiva, e a L&PM. Acho a qualidade dos livros deles mais acabada e tal. E o acervo é mais diversificado.
Mas eu tenho vários livros aqui da Martin Claret, rsrs, não me arrependo te der comprado nenhum, rsrs.